sexta-feira, outubro 16, 2026
pwbmedia.com.br
No Result
View All Result
  • Home
  • Business
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Politica
  • Mundo
  • Science
  • Saúde
  • Sociedade
  • Tech
pwbmedia.com.br
  • Home
  • Business
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Politica
  • Mundo
  • Science
  • Saúde
  • Sociedade
  • Tech
No Result
View All Result
pwbmedia.com.br
No Result
View All Result

Banca concedeu 595 mil milhões de dólares a atividades de risco para florestas tropicais

Brandon OliveirabyBrandon Oliveira
outubro 15, 2026
in Geral
Reading Time: 3 mins read
Share on Facebook
Share on Twitter

As recentes movimentações associadas a Banca concedeu 595 mil milhões de dólares a atividades de risco para florestas tropicais ganharam relevância no debate público e institucional, motivando uma acompanhamento atento por parte de analistas e entidades do setor. O desdobramento dos acontecimentos reflete uma série de dinâmicas que têm impactado diretamente as decisões estratégicas nos últimos tempos.

Funcionalidade exclusiva para assinantes Negócios Premium A destruição das florestas tropicais continua a encontrar financiamento no sistema bancário internacional. Entre 2020 e 2025, os bancos concederam 595 mil milhões de dólares a empresas ligadas a atividades consideradas de elevado risco para a biodiversidade, segundo o relatório Banking on Biodiversity Collapse 2026, divulgado esta semana pela coligação Forests & Finance. Do montante total, 351 mil milhões de dólares destinaram-se a empresas de matérias-primas agrícolas e florestais, e 244 mil milhões à exploração mineira. No entanto, reconhece o relatório, isso não significa que todo o crédito tenha financiado diretamente a desflorestação. A análise abrange regiões de floresta tropical da América do Sul, do Sudeste Asiático e da África Central e Ocidental. Pela primeira vez, inclui o financiamento à extração de minerais e metais, como níquel, lítio, cobre e cobalto, cuja procura tem aumentado com a transição energética e a expansão das infraestruturas de inteligência artificial. O estudo inclui agora também café e cacau. O crescimento do crédito é particularmente expressivo quando se observa a última década. O financiamento anual a empresas de matérias-primas agrícolas associadas a riscos florestais aumentou 71% entre 2016 e 2025, passando de 37,9 mil milhões para 64,7 mil milhões de dólares. Na mineração, os empréstimos e a colocação de títulos cresceram 55%, de 23,7 mil milhões para 36,7 mil milhões de dólares. A investigação mostra que a procura de minerais necessários às baterias e às tecnologias de baixo carbono pode agravar a pressão sobre ecossistemas que deveriam beneficiar da resposta à crise climática. Os autores associam a expansão mineira à destruição de habitats e a conflitos locais. No Brasil, a coligação aponta para a continuidade do financiamento a grandes comerciantes de soja depois do enfraquecimento da moratória que procurava travar a expansão desta cultura sobre a Amazónia. Na Indonésia, destaca o apoio a atividades de produção de óleo de palma e pasta de papel associadas à destruição de florestas e à drenagem de turfeiras, aumentando a vulnerabilidade a incêndios e inundações. A avaliação das políticas bancárias aplicáveis às matérias-primas agrícolas com risco florestal atribui-lhes uma pontuação média de apenas 25%, sinalizando insuficiências nas salvaguardas relativas à biodiversidade e aos direitos humanos. “Florestas, rios e recifes não são extras opcionais. São os sistemas de suporte de que dependem a economia e a própria vida. Mas os bancos continuam a financiar o seu colapso”, afirma Stephanie Dowlen, responsável de campanhas florestais da Rainforest Action Network, citada no comunicado de apresentação do estudo. A divulgação acontece poucos dias antes da conferência das Nações Unidas sobre biodiversidade, a COP17, que começa a 19 de outubro, na Arménia. Será avaliada a aplicação do acordo de Kunming-Montreal sobre a proteção da natureza. “Os países comprometeram-se a alinhar os fluxos financeiros públicos e privados com os objetivos de biodiversidade”, recorda Merel van der Mark, coordenadora da Forests & Finance. Porém, acrescenta, os atuais compromissos voluntários das instituições financeiras não permitem cumprir essa meta. A coligação defende regras mais exigentes de avaliação dos impactos ambientais e sociais, maior transparência sobre os financiamentos e responsabilização das instituições quando o crédito contribui para a destruição de ecossistemas ou para violações de direitos. Para os autores, a proteção da biodiversidade não pode continuar dependente apenas das promessas dos bancos.

A análise dos antecedentes indica que a situação exige uma avaliação ponderada sobre os fatores de pressão e sobre as medidas necessárias para assegurar a estabilidade das operações. Diversos intervenientes já sinalizaram a importância de manter canais abertos de comunicação para alinhar as expetativas e mitigar eventuais riscos operacionais.

No médio e longo prazo, prevê-se que os impactos destas decisões se consolidem com a execução das etapas seguintes do processo. A evolução dos indicadores e os próximos posicionamentos oficiais serão determinantes para fixar as diretrizes definitivas e esclarecer os aspetos que ainda permanecem em aberto no debate público.

Tags: AtualidadesNotíciasPortugal
Brandon Oliveira

Brandon Oliveira

Related Posts

Geral

Países Amigos da Coesão unem esforços em Bruxelas

outubro 15, 2026
Geral

Conselho Executivo da FIFA sem “respostas satisfatórias” de Infantino

outubro 15, 2026
Geral

Canoísta olímpico Fernando Pimenta pede maior investimento público no desporto

outubro 15, 2026
Geral

Mundial Hóquei. Portugal – Angola

outubro 15, 2026

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Popular News

Morreu Maricarmen, a idosa que se tornou símbolo das manifestações pela habitação em Espanha

outubro 7, 2026

Bolsas europeias em queda com recuos liderados pelo setor bancário

outubro 7, 2026

Países Amigos da Coesão unem esforços em Bruxelas

outubro 15, 2026

Conselho Executivo da FIFA sem “respostas satisfatórias” de Infantino

outubro 15, 2026
[mc4wp_form]
Next Post

Wall Street atenta a sinais de nova intervenção de Bessent nos juros da dívida soberana

Download App

Siga Nossas Redes!

© 2026 PWB Media – Todos os direitos Reservados – iMF Press Global

  • Termos de Uso
  • Politica de Privacidade
No Result
View All Result
  • Home
  • Politica
  • Mundo
  • Business
  • Science
  • Nacional
  • Entretenimento
  • Saúde
  • Tech

© 2026 PWB Media - Todos os direitos Reservados - iMF Press Global