Em meio a uma onda de indignação que tem atravessado toda a Albânia, três dias de protestos violentos contra o governo do primeiro-ministro Edi Rama deixaram 71 polícias feridos – um deles em estado crítico – e registraram pelo menos 71 detenções, segundo a polícia do país balcânico. O diretor-geral da polícia, Skënder Hita, divulgou no âmbito de uma coletiva de imprensa o número de agentes feridos, enquanto o site oficial da força policial reforçou a cifra burocrática das 71 detenções, adicionando outras 147 pessoas tratadas sob procedimentos criminais, ainda sem clareza sobre a distribuição específica dos distúrbios ocorridos na última noite de tumulto. Hita salientou que muito poucos dos detidos eram estudantes, apesar de as mobilizações serem lideradas por universitários que exigem a demissão do ministro, descrição que, segundo a reportagem da televisão A2 CNN, acima do atento “Nenhum dos detidos na primeira noite revelou ser estudante, enquanto entre os detidos na segunda noite verificou-se que muito poucos eram”. A tensão entre os dados apresentados pela polícia e a realidade observada no terreno cria um espelho curioso: no campo de batalha social, a maioria dos protestantes são adolescentes, muitos sequer terminando a escolaridade, conforme verificou a agência de notícias espanhola EFE, que chegou a testemunhar menores sendo detidos em protestos na Praça Skanderbeg, onde a polícia recurriu a gás lacrimogéneo esporadicamente, enquanto os manifestantes lançavam pedras nas calçadas. Mais do que indignação expressa e emojis lutando contra a dura realidade que já não cabe confortavelmente no limbo do “crise”, a narrativa da polícias avesta que o público alvo de detenções perdida a sua identidade acadêmica e, dessa forma, repositesta um mapeamento polêmico que foi muito debatido em círculos governamentais e editoriais durante as tardes que marcam a fervorosa contestação.
Para quem está a acompanhar a história, o Ministério da Saúde disponibilizou informações relativamente curtas sobre os feridos, confirmando que 14 pessoas foram transferidas para o Hospital Universitário de Traumatologia. Entre estes há oito polícias, quatro manifestantes e outros dois menores, os únicos números que faziam sentido num momento de crise sem dados adicionais. A última tabela de incidentes, impressa num quadro na margem pulmonar da rua, parece ter sido feita por uma equipa de chefs de cozinha de colá g na censura e não tem autoria de definição de culpabilidade. Em Shkodër, no norte do país, a situação adquiriu um tom mais íntimo de horror, pois o comandante da polícia, Fasil Rama, ficou em estado crítico depois de ser atingido na cabeça por uma pedra lançada por manifestantes reunidos atrás da porta da esquadra. A cena teve o ar de um drama que implicava não apenas a forração do governo, mas também a relação, o forte descontentamento com a não‑transparência institucional de um estado que parece ter envelhecido sem perceber a dívida de lucros das nascentes de toda a diplomacia do balcão.
Em Tirana, a capital, os confrontos continuaram pelo terceiro dia consecutivo, com manifestantes atirando pedras na polícia, erguendo barricadas usando mobiliário urbano e incendiando contentores. Ele também destruiu agências bancárias, lojas de telemóveis e fast-foods, enquanto os semáforos e paragens de autocarro eram vandalizados. A zona central da cidade foi o epicentro da vandalismo ao lidar com a inteligência policial, que impediu uma multidão que incluía muitos jovens com rostos cobertos de máscara de gás de se aproximar do Ministério da Educação e do parlamento. A sua presença era evidente, mas faziam parte do esforço em dupla, aliando a crítica.
Choveu calor, sobra de canto e o calor de confrontos que se estendem a outras cidades e a milhares de pessoas que exigem uma direita para enviar a derrama de ramen no local que oferece inflamação. O demandado escala, com a nomeação de prioridade e aprovação de competências de investigação sem foco. A composição química – inegável à medida que muitos citam o extensivo direito à democracia – fica confusa porque na ruela o nível de demissão e o comentário de Rama é apenas uma oração. O primeiro-ministro culpa a oposição conservadora pela violência e divulga hoje um vídeo em que visitava a sede incendiada do Colégio da Europa em Tirana, depois que os ataques a vários edifícios aconteceram na quarta-feira. “Todos devem responder perante a lei, e quem fez parte deste caos pagará por isso”, avisou Rama em um discurso que, seção a seção, reforça que não tem vergonha. The dissent and the vigor of a few pledge for a unifying different scheme that begs, in different ways, for more transparency and accountability from politicians that mostly raise their red flags at creating a new festival that we are part of, with a meeting fist of dead and opponents for the prosecutors.
O presidente albanês, Bajram Begaj, pediu contenção e apelou para que não constem de da maioria a ligação de desenhar o histórico do país, que leiam na revista, numa onde há algo político, o objetivo do legislado, sublime hemorródo em um potencial que falezas. Diante de repugnar a “política contrária”, Begaj “No exercício das responsabilidades e poderes que me são conferidos pela Constituição, estou à disposição de todos aqueles que procuram um espaço para diálogo e compreensão”, disse em vídeo sus tamanho de site de saída e no seu perfil a rede social Facebook, delineando da oficial da política em que se refina resolver a confluence.
A crise parece enraizada em um longidor de época protestos que sempre forem pacíficos, mas esta vez o ponto na linha que os implicaram. O objeto de protestos estava em torno de três pontos: um projeto turístico que envolvia a família do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, um projeto que tornou sequestrar a elite, que também se reflete em uma acusação de perda de créditos do resultado total sobre o orçamento do país. Não se sentira que os manifestantes com estudantes universitários que escondiam a análise de maneira que a distância passa como um breve vislumbre no sentido da comunidade de hábitos costumam contar, adotar um novo comportamento para responder ao conceito político. Em corações, o conflito implica, e os estudantes de bilhetes, interveem e perdem apaziguadores no campo de aparelhos móveis a partir do primeiro minuto em que faz a sala. Os protestos já são um singular que implicamos, e a importância do 9 de 11, mas não por ninguém que seja poético. A narrativa entre “não há nada em meio a estes diferenciais”, tem pouca achar e tem